Mensagem 170. Inteligências criadoras
ou o que podemos chamar de engenheiros cósmicos que vivem em mundos
dimensionais superiores começaram, começam e começarão, em determinado momento
da eternidade, a executar os planos divinos da criação.
E assim inicia-se a condensação do mais sutil para o mais concreto, onde partículas invisíveis, para quem está na terceira dimensão, começam a aglomerar-se pela visualização criadora dessas inteligências angélicas a serviço do plano divino, formando desse modo uma grande nuvem composta de vários elementos.
Esses elementos são partículas atômicas infinitamente pequenas que vão se ajuntando, girando e criando atritos até formar uma gigantesca bola de massa pastosa com temperatura elevadíssima.
Simultaneamente ao referido processo, essa bola vai ganhando consistência e começando a girar devagar sobre o próprio eixo e a se deslocar no espaço. Com o aumento de giros e aumento do deslocamento chega-se a um ponto de dar-se a explosão. Essa explosão é o desprendimento de pequenas migalhas que vão posicionar-se em determinadas distâncias do núcleo criador, mas ficando preso ao campo magnético do mesmo.
Assim também, essas pequenas migalhas a que nós chamamos de planetas vão girando sobre seus próprios eixos e circundando o núcleo central criador. E tal qual o núcleo central, essa bola pastosa incandescente também solta de si pequenas migalhas a que denominamos luas. Luas que também ficam presas ao campo magnético do planeta, ou o próprio planeta captura pela força gravitacional migalhas não originárias de si mesmo.
Os planetas são criados ao mesmo tempo, isto é, desprendem-se do corpo original quase ao mesmo tempo. Entretanto, dependendo do tamanho e distância do corpo original, estes planetas têm uma vida mais curta ou mais longa. Isso é o que os cientistas chamam de explosão de uma supernova, ou seja, a recente formação de um novo sistema solar em algum ponto do infinito universo. Como se pode notar, a teoria do "Big Bang", a grande explosão original que formou as incontáveis galáxias, nunca existiu. O que existiu foi que alguém lançou um raciocínio equivocado e todos o seguiram. No infinito universo de Deus, não existem mistérios nos processos da criação.
Assim como uma plantinha surge do aparentemente nada, vive algum tempo e depois desaparece voltando para o aparentemente nada. Assim também são os gigantescos sóis e seus planetas. Os quais nascem aparentemente do nada, tendo juventude, idade madura e velhice, morrendo num lento diluir-se para voltar ao aparentemente nada de onde vieram. Esta é a eterna vida de Deus, um perpétuo agrupar-se e diluir-se em múltiplas e variadas formas. “Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” (Lavoisier)
A única diferença entre o aparecer para o mundo tridimensional e o desaparecer é que o processo da plantinha leva alguns anos e o processo dos sóis e planetas leva muitos bilhões ou trilhões de anos. O que representa muito para o nosso limitadíssimo nível de compreensão.
O surgimento dos oceanos também não é mistério, pois assim que a massa bola a que chamamos de planeta atingiu um determinado grau de esfriamento, teve início a formação de vapores de água. Essas pequenas gotas foram se acomodando nas partes mais profundas do planeta para a formação de pequenos lagos inicialmente. Lagos que depois de muitas eras chegou à plenitude dos dias atuais. Foi a partir dessa composição atômica a que chamamos de hidrogênio e oxigênio que tudo teve início. Foi daí que surgiram os micro-organismos para a formação dos reinos vegetal e animal.
Tanto o reino vegetal quanto o animal se desenvolveram a partir de micro-organismos, invisíveis aos olhos físicos. É um erro pensarmos que uma grande árvore já surgiu grande, que um dinossauro já surgiu grande, que uma baleia já surgiu grande, se veio primeiro o ovo ou a galinha. A reposta é sempre a mesma, tudo veio de pequeníssimas formações que foram se desenvolvendo com o passar dos milhares, milhões e bilhões de anos, transmutando-se e metamorfoseando-se no que é hoje. E muitas formas de vida animal e vegetal surgiram e desapareceram sem que tenhamos conhecimento. Depois dessas palavras devemos falar também sobre o petróleo.
Mas antes de falarmos sobre a origem do petróleo, devemos esclarecer mais sobre os oceanos.
Do nível mais baixo até a superfície, são onze mil metros, mas para se chegar ao nível atual foram necessárias centenas de milhões de anos.
Como todos nós sabemos, a terra é como um queijo suíço, portanto cheia de cavidades.
Há muitos milhões de anos nos níveis de centenas e milhares de metros abaixo do nível atual das águas, era tudo terra firme. Nessa terra firme viviam grandes quantidades de animais. Assim que esses morriam suas gorduras eram derretidas e filtradas para o interior da terra, ficando depositadas nestas pequenas e gigantescas cavidades deste queijo suíço.
Mas, esta filtragem era mais favorecida nas regiões arenosas, como se pode comprovar pela abundância de petróleo nestes locais, tanto nas regiões submarinas como nos continentes.
Com o passar de milhões de anos, este óleo dos animais mortos passou a ter uma consistência negra pegajosa, ou seja, o próprio petróleo.
Daí, as águas foram subindo e estas jazidas de petróleo ficaram submersas a centenas de metros.
Esta é a verdadeira origem do petróleo e também do gás, tanto nos continentes como nas profundezas dos oceanos.
Existem aqueles que estão estagnados no aqui e agora, e existem aqueles que dão asas à imaginação, voando a milhões de anos tanto no passado quanto no futuro.
Os estagnados aceitam tudo e são facilmente controlados.
Os que dão asas à imaginação concordam com Sócrates: "Uma vida sem buscas não é digna de ser vivida".
A manifestação divina é perpétua. Jamais parou por um bilionésimo de segundo sequer e muito menos no sétimo dia para descansar.
E assim inicia-se a condensação do mais sutil para o mais concreto, onde partículas invisíveis, para quem está na terceira dimensão, começam a aglomerar-se pela visualização criadora dessas inteligências angélicas a serviço do plano divino, formando desse modo uma grande nuvem composta de vários elementos.
Esses elementos são partículas atômicas infinitamente pequenas que vão se ajuntando, girando e criando atritos até formar uma gigantesca bola de massa pastosa com temperatura elevadíssima.
Simultaneamente ao referido processo, essa bola vai ganhando consistência e começando a girar devagar sobre o próprio eixo e a se deslocar no espaço. Com o aumento de giros e aumento do deslocamento chega-se a um ponto de dar-se a explosão. Essa explosão é o desprendimento de pequenas migalhas que vão posicionar-se em determinadas distâncias do núcleo criador, mas ficando preso ao campo magnético do mesmo.
Assim também, essas pequenas migalhas a que nós chamamos de planetas vão girando sobre seus próprios eixos e circundando o núcleo central criador. E tal qual o núcleo central, essa bola pastosa incandescente também solta de si pequenas migalhas a que denominamos luas. Luas que também ficam presas ao campo magnético do planeta, ou o próprio planeta captura pela força gravitacional migalhas não originárias de si mesmo.
Os planetas são criados ao mesmo tempo, isto é, desprendem-se do corpo original quase ao mesmo tempo. Entretanto, dependendo do tamanho e distância do corpo original, estes planetas têm uma vida mais curta ou mais longa. Isso é o que os cientistas chamam de explosão de uma supernova, ou seja, a recente formação de um novo sistema solar em algum ponto do infinito universo. Como se pode notar, a teoria do "Big Bang", a grande explosão original que formou as incontáveis galáxias, nunca existiu. O que existiu foi que alguém lançou um raciocínio equivocado e todos o seguiram. No infinito universo de Deus, não existem mistérios nos processos da criação.
Assim como uma plantinha surge do aparentemente nada, vive algum tempo e depois desaparece voltando para o aparentemente nada. Assim também são os gigantescos sóis e seus planetas. Os quais nascem aparentemente do nada, tendo juventude, idade madura e velhice, morrendo num lento diluir-se para voltar ao aparentemente nada de onde vieram. Esta é a eterna vida de Deus, um perpétuo agrupar-se e diluir-se em múltiplas e variadas formas. “Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” (Lavoisier)
A única diferença entre o aparecer para o mundo tridimensional e o desaparecer é que o processo da plantinha leva alguns anos e o processo dos sóis e planetas leva muitos bilhões ou trilhões de anos. O que representa muito para o nosso limitadíssimo nível de compreensão.
O surgimento dos oceanos também não é mistério, pois assim que a massa bola a que chamamos de planeta atingiu um determinado grau de esfriamento, teve início a formação de vapores de água. Essas pequenas gotas foram se acomodando nas partes mais profundas do planeta para a formação de pequenos lagos inicialmente. Lagos que depois de muitas eras chegou à plenitude dos dias atuais. Foi a partir dessa composição atômica a que chamamos de hidrogênio e oxigênio que tudo teve início. Foi daí que surgiram os micro-organismos para a formação dos reinos vegetal e animal.
Tanto o reino vegetal quanto o animal se desenvolveram a partir de micro-organismos, invisíveis aos olhos físicos. É um erro pensarmos que uma grande árvore já surgiu grande, que um dinossauro já surgiu grande, que uma baleia já surgiu grande, se veio primeiro o ovo ou a galinha. A reposta é sempre a mesma, tudo veio de pequeníssimas formações que foram se desenvolvendo com o passar dos milhares, milhões e bilhões de anos, transmutando-se e metamorfoseando-se no que é hoje. E muitas formas de vida animal e vegetal surgiram e desapareceram sem que tenhamos conhecimento. Depois dessas palavras devemos falar também sobre o petróleo.
Mas antes de falarmos sobre a origem do petróleo, devemos esclarecer mais sobre os oceanos.
Do nível mais baixo até a superfície, são onze mil metros, mas para se chegar ao nível atual foram necessárias centenas de milhões de anos.
Como todos nós sabemos, a terra é como um queijo suíço, portanto cheia de cavidades.
Há muitos milhões de anos nos níveis de centenas e milhares de metros abaixo do nível atual das águas, era tudo terra firme. Nessa terra firme viviam grandes quantidades de animais. Assim que esses morriam suas gorduras eram derretidas e filtradas para o interior da terra, ficando depositadas nestas pequenas e gigantescas cavidades deste queijo suíço.
Mas, esta filtragem era mais favorecida nas regiões arenosas, como se pode comprovar pela abundância de petróleo nestes locais, tanto nas regiões submarinas como nos continentes.
Com o passar de milhões de anos, este óleo dos animais mortos passou a ter uma consistência negra pegajosa, ou seja, o próprio petróleo.
Daí, as águas foram subindo e estas jazidas de petróleo ficaram submersas a centenas de metros.
Esta é a verdadeira origem do petróleo e também do gás, tanto nos continentes como nas profundezas dos oceanos.
Existem aqueles que estão estagnados no aqui e agora, e existem aqueles que dão asas à imaginação, voando a milhões de anos tanto no passado quanto no futuro.
Os estagnados aceitam tudo e são facilmente controlados.
Os que dão asas à imaginação concordam com Sócrates: "Uma vida sem buscas não é digna de ser vivida".
A manifestação divina é perpétua. Jamais parou por um bilionésimo de segundo sequer e muito menos no sétimo dia para descansar.

